Ainda sonho com o dia em que a Blizzard se lança numa longa metragem animada, com o esplendor de todos os trailers em CG que conseguem produzir. Entretanto a Bioware, autora da pessoal favorita série Mass Effect, lançou o seguinte para anunciar Dragon Age 2, que arrisco dizer colocar-se lá em cima com a Blizzard:
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10/07/10
Singularity - Review
Eis um bicho estranho.
O apelo de Singularity está na possibilidade de controlar o tempo, não da maneira convencional na ficção, mas sim concentrando a manipulação em objectos e situações especificas. Um acesso degradado pelo tempo pode ser renovado, uma porta pode ser envelhecida e quebrada para abrir caminho, etc.
Agregado a este mecanismo vem todo o enredo de apoio, baseado num elemento químico descoberto pela Rússia comunista, o poder que este segura, o consequente "all-hell-breaking-loose" por negligência e, inevitável num shooter que se preze, experiências sem sucesso que transformam cientistas e outros seres vivos em aberrações monstruosas. Tudo numa ilha estranha ao protagonista, o mudo coitado, que mal la cai se vê a seguir ordens às cegas.
Parece comum o suficiente, posto assim, e na verdade não complica muito mais que isto. O enredo mais tarde amadurece bastante e converge numa variedade de finais satisfatória (surpreendentemente detalhados e lógicos, até) e existe material acessório para envolver o jogador interessado, como gravações audio e notas escritas (bastantes, diga-se) espalhados pelos laboratórios e outros percursos, tudo num setting apropriado e tão estranho quanto a Rússia Soviética possa ser.
Será a boa execução de cenário, premissa, desenvolvimento e conclusões, suficiente para segurar um título? Não por si só, mas como costumo prestar especial atenção a tais componentes, poderão ter feito Singularity marcar mais pontos do que devia.
Acontece que analisando o promissor e original (até certo ponto) controlo de tempo, o que se tem no fim de contas é um mecanismo curto em possibilidades efectivas. A modelação temporal é binária, velho-novo, e os puzzles destinados a resolver com os poderes da ferramenta pouco ou nada variam durante todo o jogo. Salvam-se as aplicações em combate, essas sim mais inventivas, como uma bolha localizada que pára o tempo dentro dela, a possibilidade de envelhecer soldados em vez de os eliminar por meios convencionais (a tiro, portanto), ou armas especiais desenvolvidas com o químico fulcral, "E99", que proporcionam uns ligeiros twists no agora obrigatório "bullet-time".
Existe também uma crise de identidade em Singularity. É um shooter, sem dúvida, mas à semelhança de Bioshock, existe um esforço em fazer passar a complexidade do enredo e envolver o jogador no mundo da coisa, com os silêncios e ruídos, banda sonora a cumprir a tensão mínima e o recorrente medo de poder vir a encontrar seja lá o que for na próxima esquina. Resulta, admito ter-me rendido e cair em alguns sustos baratos, mas tão rápido o jogo progride para arenas repletas de inimigos que é quase embaraçoso pensar que, antes, estive preocupado com a aparição de um deles apenas. Não condeno o mix, agrada-me bastante, mas era impecável que graduasse de uma maneira menos abrupta.
Por falar em Bioshock, outro problema é a transparência com que elementos de sucesso de outros títulos estão presentes. A habilidade na mão esquerda a par com a arma de fogo, o leveling system de ambas as ferramentas e o ambiente geral de Singularity são semelhantes ao então já referido título, as estações pontuais para compra de upgrades e o atalho para mostrar o caminho a seguir (apesar de raramente ou nunca preciso) remetem a Dead Space, o meio de mover objectos é a implementação da gravity-gun de Half Life 2, entre outros, o que mais uma vez não é condenável por si só, apenas a implementação superficial.
A nível técnico existem também manchas das quais é impossível desviar a atenção. Apesar de se basear na provada e aprovada Unreal Engine 3, é frequente entrar numa sala e ver texturas ainda a carregar, quando carregam, o abuso de bloom e o limiar brilhante de objectos de destaque são aspectos e decisões discutíveis, elementos decorativos aglomeram-se num modelo único (pilhas de livros caem como um bloco sólido e garrafas partidas não se separam dos cacos), e mais picuinhas mas também sinal de alguma coisa sobre a produção deste título, o uso de full-motion-video no que parecem ser as sequências mais exigentes, coisa que pensava já não se fazer.
Tudo aspectos que tornam impossível dizer que Singularity é um jogo bem acabado, mas em contra-partida as animações são sólidas, quer dos eventos programados, quer da reacção dos inimigos em tempo-real (ver a aberração em ricochete após levar um tiro próximo, ou o soldado em desequilíbrio, é satisfatório). A inteligência artificial não é a mais aprumada, mas haja o divertido desmembramento e o breve rastejar antes de perecer por completo, tudo quase-standards hoje em dia, mas dignos de destaque ainda assim. Apesar de se verem os mesmos telefones, máquinas de escrever e aparelhagem abstracta cientifica vezes e vezes sem conta, os cenários conseguem-se manter variados, de escritórios, por esgotos, a laboratórios, e a sacar alguns momentos para parar e observar, quando se abrem em panoramas alargados.
Singularity é, como já disse, um bicho estranho. Apesar de isto tudo e mais alguma coisa a somar um total aparentemente negativo, não pude deixar de ver o desfecho que escolhi com satisfação, não que tivesse pressa de ver a experiência terminada, mas porque vi um circulo completo que me entreteve, a fechar.
Não é repetitivo, mexe ligeiramente com a emoção (medo, não é um título particularmente dramático) e cabeça do jogador, a fazer cocegas com toda a brincadeira de alterar o passado e uma derradeira decisão moral. O tiroteio não impõe um desafio acrescidamente difícil mas diverte enquanto se conhece uma variedade moderada de inimigos, e vai implementando puzzles, confrontos grandiosos e sequências programadas interactivas antes de levar à exaustão cada set-piece. É um título que sai curto em muitos aspectos, mas a ansiedade de ver o desfecho e um compasso aceitável, equilibram o que é um total, na minha opinião, positivo.
13/04/10
Epic Battle Trax
O Epic Battle Axe é um site que acompanho semanalmente pelo que considero o podcast mais interessante de se ouvir no que toca a videojogos. À parte disso são uns senhores todos interactivos com a comunidade e profissionais, e lançaram agora o que me parece a coisa mais fixe que se pode fazer quando se fala de bandas sonoras.
Já mostrei várias vezes quanto gosto de ouvir certas peças, e há a questão do quanto são valorizadas já no cinema, quanto mais (menos) ainda neste caso. Gostei, aprovo, e aconselho! Well done!
06/02/10
Salvo Pela Orelha
Assassin's Creed foi um nome que despertou o devido interesse na altura (era difícil o contrário) mas uma vez que lhe pus as mãos a coisa desvaneceu-se um pouco. Não me vou alongar em explicações, é um daqueles casos que se junta ao Bioshock, no grupo restrito de jogos que apesar de aclamados não me convenceram a acaba-los sequer.
No entanto, e é de louvar que isto aconteça, o segundo título de Assassin's Creed convenceu-me ontem a dar-lhe uma chance apenas com um exemplar da banda sonora original. Céptico? Veja-se do que estou a falar:
Acontece que gosto, pelo melhor e pelo pior, que a experiência seja fortemente pesada pelo enredo. Ouvir o que apresento mostra-me que a breve hora que reservei ao primeiro AC pode não ter feito justiça ao poder emocional da série.
08/11/09
Prince of Persia
É o título que surge em 89 como um sidescroller em 2D, e que agora aparece junto com "The Sands of Time" para dar nome à adaptação do franchise ao cinema. O plantel dá fé assim que se alinham nomes como Jerry Bruckheimer e Jake Gyllenhaal.
Opino face ao trailer que já se vê por aí:
Opino face ao trailer que já se vê por aí:
Nota-se a proeminente (e antes bem sucedida) componente humorística, junto com a aparente fidelidade aos correspondentes jogos e, diga-se, potencial para o colocar perto de Pirates of the Caribbean, trilogia de imenso valor aos meus olhos, não falta, mas é coisa que não flui no trailer. Faço um esforço em acreditar que será uma pérola na imensidão de gravilha que surge neste mix de indústrias enquanto o cepticismo não for varrido de vez, nem que seja apenas quando vir o filme completo.
03/09/09
The Beatles: RockBand - Tv Spot
É a segunda vez que falo no jogo e no respectivo trailer, um spot de TV, desta vez. Após uma explosão de simbolismo, fidelidade e entusiasmo na primeira aparição dos Beatles no franchise RockBand, surge um curto spot para apelar às massas e que, admito, arrepiou-me um pouco:
Parabéns...
06/07/09
Dead Space
Ao jogar F.E.A.R. 2 - Project Origin, em algumas sequências não pude deixar de pensar que, se as tivesse passado à noite em absoluta escuridão, tinha tirado muito mais partido. Assim sendo, Dead Space está instalado e pronto a correr, mas só lhe pego depois do sol posto...
É interessante como consegui encontrar o valor do terror e suspense nos videojogos, deixando para trás os filmes nesse campo. F.E.A.R. 2 foi uma experiência excepcional, e aguardo que Dead Space ainda a supere. Repare-se:
É interessante como consegui encontrar o valor do terror e suspense nos videojogos, deixando para trás os filmes nesse campo. F.E.A.R. 2 foi uma experiência excepcional, e aguardo que Dead Space ainda a supere. Repare-se:
Arrepia... Esta noite se verá como é a coisa...
03/07/09
O Clássico Nas Novas Gerações (de maneiras diferentes)
Todos gostamos dos Beatles, ou pelo menos reconhecemos o seu valor, menos os que nunca entraram em contacto com a música, biografia, cultura, gerações, etc. dos mesmos. É por isso que o que passo a apresentar tem mais além do visual e conceptual. Carrega a lenda para as novas gerações, dá a conhecer e da melhor maneira possível:
Os videojogos musicais tem-se tornado populares, como tal, vão surgindo edições para renovar o plantel de playlists (e os rendimentos) a tocar com as replicas das guitarras e baterias, em casa. À semelhança da edição Metallica, este vídeo promove uma edição Beatles do popular RockBand.
Além do particular interesse no título, existe o detalhe e dedicação empregue no trailer. A carreira do quarteto fantástico inglês é condensada em perto de três minutos, sem escapar qualquer detalhe icónico que caracterize a banda, desde a evolução geral do vídeo aos detalhes nas ilustrações.
Foi apresentado na E3 deste ano, há umas semanas, mas só ontem numa conversa me lembrei que a caverna não podia passar sem apresentar isto.
Os videojogos musicais tem-se tornado populares, como tal, vão surgindo edições para renovar o plantel de playlists (e os rendimentos) a tocar com as replicas das guitarras e baterias, em casa. À semelhança da edição Metallica, este vídeo promove uma edição Beatles do popular RockBand.
Além do particular interesse no título, existe o detalhe e dedicação empregue no trailer. A carreira do quarteto fantástico inglês é condensada em perto de três minutos, sem escapar qualquer detalhe icónico que caracterize a banda, desde a evolução geral do vídeo aos detalhes nas ilustrações.
Foi apresentado na E3 deste ano, há umas semanas, mas só ontem numa conversa me lembrei que a caverna não podia passar sem apresentar isto.
16/06/09
Esperança!
"Our pals at IndustryGamers.com have pointed out that Crystal Dynamics (who is owned by Eidos) has posted a job listing for an art director to work on “one of the most prestigious AAA franchises in the industry.” Now, if you consider CD’s portfolio, that would make a new Tomb Raider title the likely suspect. Of course, that’s not official, but seems like a good guess. Although, the Legacy of Kain franchise making a comeback would be pretty bad-ass too…Remember Soul Reaver??? Raziel was pretty dope.
We’ll of course keep you posted as any new details emerge."
Tomb Raider já teve melhores dias, e a série Legacy of Kain se voltasse faria meio mundo virar a cabeça com o primeiro segundo de teaser que se apresentasse... Era tão bom...
21/05/09
Sem cair no cliché de classificar como "Electrizante"
Venho deixar aqui mais música, pelo que parece ser a única coisa que posso ir fazendo (ouvir) em simultâneo com trabalho.
"inFAMOUS" é o nome do novo exclusivo da PS3 e parece estar a fazer ondas, visto que é dos poucos títulos originais (não sequelas) que realmente se destacam nesta geração. Recomendo vivamente a que se assista à review pelo GameTrailers, não só porque o jogo parece de facto aliciante, como é dos melhores pedaços de vídeo informativo na indústria que vi nos últimos tempos.
Fora entusiasmos com o jogo, a banda sonora deste título aparentemente junta-se ao resto em termos de qualidade. Os temas que se podem ouvir enquanto se joga inFAMOUS são agradáveis e únicos, juntando percussões ritmadas com orquestrações épicas, misturadas com toques de progressivo até... É bonito, a sério:
"inFAMOUS" é o nome do novo exclusivo da PS3 e parece estar a fazer ondas, visto que é dos poucos títulos originais (não sequelas) que realmente se destacam nesta geração. Recomendo vivamente a que se assista à review pelo GameTrailers, não só porque o jogo parece de facto aliciante, como é dos melhores pedaços de vídeo informativo na indústria que vi nos últimos tempos.
Fora entusiasmos com o jogo, a banda sonora deste título aparentemente junta-se ao resto em termos de qualidade. Os temas que se podem ouvir enquanto se joga inFAMOUS são agradáveis e únicos, juntando percussões ritmadas com orquestrações épicas, misturadas com toques de progressivo até... É bonito, a sério:
Além disto, e a cair no raro caso de colocar dois vídeos do mesmo tema num artigo, inFAMOUS conta também com um tema principal, cantado, que consigo ligar remotamente a UNKLE, e soa muito bem:
Estas são as duas faixas que me impressionam. No entanto o resto da banda sonora de inFAMOUS pode ser facilmente ouvida no YouTube e acredito que irá satisfazer muita gente.
24/04/09
Prototype
Prototype mostrou desde o principio que não ia apenas pegar num motor de jogo open-world, criar uma cidade, e atirar lá para dentro um todo o poderoso que se divertisse a destruir o que lhe aparecesse à frente.
Entra de novo a discussão acerca do que é que realmente faz um jogo, se gráficos e um enredo complexos são realmente o que interessam. Prototype pode provar que não são o principal, mas que podem muito bem fazer parte de uma experiência gratificante:
Entra de novo a discussão acerca do que é que realmente faz um jogo, se gráficos e um enredo complexos são realmente o que interessam. Prototype pode provar que não são o principal, mas que podem muito bem fazer parte de uma experiência gratificante:
Agora que, finalmente, tenho a chance de pegar nestas coisas, o entusiasmo é acrescido.
13/04/09
O mundo da nhanha
"World of Goo" entra na lista dos jogos mais viciantes que alguma vez joguei.
O objectivo é fazer com que um determinado número de bolas de matéria viscosa seja sugado por um tubo, que se encontra num determinado local. Desde o ponto de partida onde se encontra a matéria viscosa até ao objectivo, cabe ao jogador construir estruturas com as bolas, sendo que existem varias espécies das mesmas com características e funções diferentes. O conceito não é novo, mas são propostos desafios tão satisfatórios, e é apresentado de forma tão polida e agradável que se tem tornado um sucesso, contando com um grupo de fãs a crescer exponencialmente.
Isto tudo é ainda mais fantástico, quando se trata de um indie game, um videojogo caseiro produzido por um par de indivíduos sem qualquer contracto.
O objectivo é fazer com que um determinado número de bolas de matéria viscosa seja sugado por um tubo, que se encontra num determinado local. Desde o ponto de partida onde se encontra a matéria viscosa até ao objectivo, cabe ao jogador construir estruturas com as bolas, sendo que existem varias espécies das mesmas com características e funções diferentes. O conceito não é novo, mas são propostos desafios tão satisfatórios, e é apresentado de forma tão polida e agradável que se tem tornado um sucesso, contando com um grupo de fãs a crescer exponencialmente.
Isto tudo é ainda mais fantástico, quando se trata de um indie game, um videojogo caseiro produzido por um par de indivíduos sem qualquer contracto.
Depois, para além de tudo isto, eis um exemplo do que acompanha horas e horas de jogo:
PS: No post anterior referia-me aos trailers anteriores, não os filmes.
07/04/09
Gigantes a Caminho do Cinema
O famoso "Shadow of the Colossus", videojogo aclamado, exclusivo da PS2, tem a papelada assinada para se instalar como filme.
"Shadow of the Colossus" is being set up at Sony Pictures by producer Kevin Misher ("The Interpeter," "The Rundown")"
Artigo completo
A avaliar pelo que li, não está com muito boa cara... Quem está a escrever é Justi Marks, que tem o nome marcado no filme "Street Fighter: The Legend of Chun-Li", e como poderão constatar quem conhecer o jogo, ou ler o artigo, não é o melhor título para se adaptar ao cinema.
28/01/09
Videogames Are Evil!
Mais um daqueles casos em que as matérias noticiosas aproximam-se de material para um bom reality show de comédia...
Consta então que a mãe preocupada entendeu ali "Islam is the light", vindo de ambas as crianças representadas em plástico e em pixeis. Para mim aquilo podiam ser três espirros seguidos, que faziam mais sentido.
Faz lembrar aquelas coisas que se encontra por aí, onde invertem uma música de algum autor falecido e dizem ter mensagens subliminares, quando estampam a alegada tradução no vídeo enquanto se ouve o tal produto do oculto. Já desde há muito que se pisa a questão do americano estereotipado como "burro" e sempre fui contra todo o anti-americanismo em excesso que se tem vivido nos últimos tempos, mas realmente não sei se hei de odiar a mãe, que parece querer mais atenção do que um brinquedo seguro para o rebento, se o canal de televisão que lhe vira os spotlights e alimenta toda uma vaga de paranóia, que desta vez junta os videojogos ao médio-oriente.
Faz lembrar aquelas coisas que se encontra por aí, onde invertem uma música de algum autor falecido e dizem ter mensagens subliminares, quando estampam a alegada tradução no vídeo enquanto se ouve o tal produto do oculto. Já desde há muito que se pisa a questão do americano estereotipado como "burro" e sempre fui contra todo o anti-americanismo em excesso que se tem vivido nos últimos tempos, mas realmente não sei se hei de odiar a mãe, que parece querer mais atenção do que um brinquedo seguro para o rebento, se o canal de televisão que lhe vira os spotlights e alimenta toda uma vaga de paranóia, que desta vez junta os videojogos ao médio-oriente.
02/01/09
Microsoft e o Patriotismo
Foi lançado um pacote dedicado aos militares pela Microsoft, uma Xbox 360 com nada mais nada menos que "Lego Indiana Jones", "Kung Fu Panda (jogo)" e "Blue Dragon" incluídos...

Eu podia começar a desenrolar acerca da qualidade dos jogos apresentados no pacote, mas nem é preciso tanto, basta olhar para o canto da caixa e ler Military "Appeciation" para dar o assunto por encerrado... Boa Microsoft... Boa...
Artigo no Kotaku
Artigo no Kotaku
18/12/08
Recentes Motivos de Orgulho
Já há uns tempos fiz o relato por escrito do que foi o Video Games Live. Hoje, trago finalmente os dois vídeos que compõem a reportagem elaborada no Campo Pequeno acerca deste evento único:
Parte 1 :: Recinto Exterior
Parte 2 :: Espectáculo
Parte 1 :: Recinto Exterior
Parte 2 :: Espectáculo
17/12/08
Battles
Quem se lembra da campanha publicitaria a Little Big Planet? Se não há recordações de tal coisa, relembro eu que havia um dos spots que apresentava uma música interessantíssima, e que batia muito certo com toda a temática de um dos jogos mais divertidos para a PS3. Estou a falar de:
Battles, e a faixa "Atlas", do seu único álbum "Mirrored", que é composto por músicas muito parecidas com esta: Bassline, guitarras, e tudo mais que os possa apontar para Metal, mas com vocais e um tema, no geral, muito alegres e "goofy". Tem piada!
07/12/08
We Want More!
A chegada ao recinto deixou-me um pouco desapontado considerando o moderado aparato, duas tendas temáticas, EA Games e Sony Playstation 3, pequenas, que infelizmente serviram poucas pessoas, as que apareceram antes das 9 para assistir à primeira vez que Video Games Live se exibe em Portugal. Falta de números à parte, quem lá esteve não só foi brindado com um dos melhores espectáculos da indústria, como soube aproveitar e mostrar que queremos mais VGL.
Tendo em conta que tive a rara sorte de obter um crachá que me designava como parte da imprensa, era-me concedida total liberdade de movimentos no local, mas como o crachá não era "para inglês ver" lá andei eu a entrevistar as personalidades que conseguisse meter os olhos em cima. Foi uma experiência única, entre cosplayers, gammers entusiastas e elementos do staff, fui brindado com as palavras uma representante da sony em Portugal, entidade presente da Mandrake, promotora do evento, e o próprio Tommy Tallarico, criador e produtor do Video Games Live. Há que destacar o carisma deste homem, que se viu no meio da arena principal sem que muitos o reconhecessem, e quando abordado pela Oeste.TV foi o mais simpático que pode, levantando algumas ondas e animando todo o espaço exterior do campo pequeno destinado ao evento, fazendo com que a entrevista terminasse numa onda de entusiastas, pedindo autógrafos, fotografias e etc...
Uma vez chegada a hora de começar o espectáculo, entramos e dirigimos-nos a um local onde se pudesse montar a câmara no tripé, e instalamos-nos mesmo ali perto. É inútil entrar em grandes detalhes relativamente ao Video Games Live. Trata-se de uma orquestra que toca temas emblemáticos dos videojogos, quer dos clássicos que datam do início da indústria, quer dos lançamentos mais modernos como Starcraft 2 ou Beyond Good and Evil, acompanhados de imagens dos mesmos e alguma acção no palco. A abertura é feita com uma montage cronológica de videojogos, começando no pong, seguindo-se de vários títulos clássicos cujos temas musicais foram tocados coordenadamente pela Sinfonietta de Lisboa. A continuação é feita dando lugar aos temas seleccionados para Portugal, destacando-se os temas de Metal Gear Solid, e dos franchises da Blizzard e Bungie respectivamente, com os melhores temas de WoW, e Halo.
Visto conta que não era apenas música a ser tocada, outros pontos altos foram também as participações de gammers em cima do palco, que puderam jogar Space Invaders de uma forma única, ou competir em Guitar Hero com Tommy, ele usando uma guitarra real. O convidado especial, Martin Leung, inspirou vénias ao público quando tocou o tema de Super Mario de olhos vendados, a interacção com o público é fantástica, os aplausos e manifestações são encorajados... etc...
O que há a reconhecer no Video Games Live, é a versatilidade do espectáculo. Quer para os hardcore gammers, quer para os casuais apenas, ou mesmo para quem só foi acompanhar os filhos ao Campo Pequeno, VGL agrada a todos! É mesmo uma pena que não se tenham esgotado os bilhetes para dia 6, e que dia 7 tenha sido cancelado pela primeira vez nos três anos de existência deste show, por falta de adesão do público alvo. Mesmo assim, tenho fé que o entusiasmo dos presentes faça com que a palavra se espalhe, e não fique por terra a ideia da volta de Video Games Live a Portugal.
A Oeste.TV deverá ter a reportagem pronta na próxima semana, mas para já é bastante fácil de encontrar vídeos no youtube, e comentários nas comunidades online do costume, Techzone, PTgammers, etc... Portanto, para quem se diz gammer e ficou em casa de rabinho aquecido, a guardar o dinheiro para alguma ída a um estádio, ou para comprar algum FIFA ou PES, façam o favor de ir investigar o que perderam.
Tendo em conta que tive a rara sorte de obter um crachá que me designava como parte da imprensa, era-me concedida total liberdade de movimentos no local, mas como o crachá não era "para inglês ver" lá andei eu a entrevistar as personalidades que conseguisse meter os olhos em cima. Foi uma experiência única, entre cosplayers, gammers entusiastas e elementos do staff, fui brindado com as palavras uma representante da sony em Portugal, entidade presente da Mandrake, promotora do evento, e o próprio Tommy Tallarico, criador e produtor do Video Games Live. Há que destacar o carisma deste homem, que se viu no meio da arena principal sem que muitos o reconhecessem, e quando abordado pela Oeste.TV foi o mais simpático que pode, levantando algumas ondas e animando todo o espaço exterior do campo pequeno destinado ao evento, fazendo com que a entrevista terminasse numa onda de entusiastas, pedindo autógrafos, fotografias e etc...
Uma vez chegada a hora de começar o espectáculo, entramos e dirigimos-nos a um local onde se pudesse montar a câmara no tripé, e instalamos-nos mesmo ali perto. É inútil entrar em grandes detalhes relativamente ao Video Games Live. Trata-se de uma orquestra que toca temas emblemáticos dos videojogos, quer dos clássicos que datam do início da indústria, quer dos lançamentos mais modernos como Starcraft 2 ou Beyond Good and Evil, acompanhados de imagens dos mesmos e alguma acção no palco. A abertura é feita com uma montage cronológica de videojogos, começando no pong, seguindo-se de vários títulos clássicos cujos temas musicais foram tocados coordenadamente pela Sinfonietta de Lisboa. A continuação é feita dando lugar aos temas seleccionados para Portugal, destacando-se os temas de Metal Gear Solid, e dos franchises da Blizzard e Bungie respectivamente, com os melhores temas de WoW, e Halo.
Visto conta que não era apenas música a ser tocada, outros pontos altos foram também as participações de gammers em cima do palco, que puderam jogar Space Invaders de uma forma única, ou competir em Guitar Hero com Tommy, ele usando uma guitarra real. O convidado especial, Martin Leung, inspirou vénias ao público quando tocou o tema de Super Mario de olhos vendados, a interacção com o público é fantástica, os aplausos e manifestações são encorajados... etc...
O que há a reconhecer no Video Games Live, é a versatilidade do espectáculo. Quer para os hardcore gammers, quer para os casuais apenas, ou mesmo para quem só foi acompanhar os filhos ao Campo Pequeno, VGL agrada a todos! É mesmo uma pena que não se tenham esgotado os bilhetes para dia 6, e que dia 7 tenha sido cancelado pela primeira vez nos três anos de existência deste show, por falta de adesão do público alvo. Mesmo assim, tenho fé que o entusiasmo dos presentes faça com que a palavra se espalhe, e não fique por terra a ideia da volta de Video Games Live a Portugal.
A Oeste.TV deverá ter a reportagem pronta na próxima semana, mas para já é bastante fácil de encontrar vídeos no youtube, e comentários nas comunidades online do costume, Techzone, PTgammers, etc... Portanto, para quem se diz gammer e ficou em casa de rabinho aquecido, a guardar o dinheiro para alguma ída a um estádio, ou para comprar algum FIFA ou PES, façam o favor de ir investigar o que perderam.
05/12/08
Falha-se a uns, mas cai-se ao colo de outros!
"Veremos se as voltas que o mundo der me deixam caído no campo pequeno pela tarde do dia 6 de Dezembro"
Nunca antes me exprimi tão... na muche...
Há uns tempos atrás falei no evento que iria ter lugar este mês no Campo Pequeno, e ao escrever o que parafraseei acima, tinha mesmo a noção que seria preciso um pouco de sorte para conseguir assistir ao Video Games Live. Pois bem, sorte veio, e em dose redobrada...
Independentemente dos acontecimentos menos afortunados, como o cancelamento do segundo dia de espectáculo, VGL continua a ser uma proposta promissora de bastante divertimento, e de uma experiência que para quem aprecia o mundo do entretenimento virtual, poderá ser perto de única. Como tal, é natural que os media queiram ter um certo grau de cobertura, mesmo que os videojogos em Portugal não tenham o mesmo impacto que outras indústrias semelhantes, e posto isto, a Oeste TV, canal regional televisivo, acontece necessitar de um repórter de última hora. É aqui que eu entro.
Portanto, não só vou poder assistir ao Video Games Live, como será a minha obrigação abordar produtores, promotores, e todo o máximo do resto de entidades ligadas ao evento, para conversar com eles. Sweet!
Eis a publicidade portuguesa ao evento:
Há uns tempos atrás falei no evento que iria ter lugar este mês no Campo Pequeno, e ao escrever o que parafraseei acima, tinha mesmo a noção que seria preciso um pouco de sorte para conseguir assistir ao Video Games Live. Pois bem, sorte veio, e em dose redobrada...
Independentemente dos acontecimentos menos afortunados, como o cancelamento do segundo dia de espectáculo, VGL continua a ser uma proposta promissora de bastante divertimento, e de uma experiência que para quem aprecia o mundo do entretenimento virtual, poderá ser perto de única. Como tal, é natural que os media queiram ter um certo grau de cobertura, mesmo que os videojogos em Portugal não tenham o mesmo impacto que outras indústrias semelhantes, e posto isto, a Oeste TV, canal regional televisivo, acontece necessitar de um repórter de última hora. É aqui que eu entro.
Portanto, não só vou poder assistir ao Video Games Live, como será a minha obrigação abordar produtores, promotores, e todo o máximo do resto de entidades ligadas ao evento, para conversar com eles. Sweet!
Eis a publicidade portuguesa ao evento:
27/11/08
Kurt Wimmer
Mas que encaixe perfeito de conceitos...
Andava eu pelo youtube a vaguear, e ao ver um clip que compilava as melhores sequências de acção do filme Equilibrium, lembrei-me de ir vasculhar o que mais terá feito esse senhor, Kurt Wimmer, realizador do filme. Surpresa das surpresas, entre outras películas do género, é ele quem se põe à frente da adaptação ao cinema de Metal Gear Solid.
É perfeito... Exemplos práticos:
Equilibrium:
Andava eu pelo youtube a vaguear, e ao ver um clip que compilava as melhores sequências de acção do filme Equilibrium, lembrei-me de ir vasculhar o que mais terá feito esse senhor, Kurt Wimmer, realizador do filme. Surpresa das surpresas, entre outras películas do género, é ele quem se põe à frente da adaptação ao cinema de Metal Gear Solid.
É perfeito... Exemplos práticos:
Equilibrium:
Metal Gear Solid:
Melhor só mesmo ter o próprio Hideo Kojima a realizar, mas visto que vai ser escrito por ele mesmo, no harm done!
São notícias fantásticas, e que se engane quem pensa que um filme de MGS será apenas pancada e bailarico! Tanto Equilibrium como Metal Gear Solid apresentam enredos elaborados e interessantes, portanto nada pode falhar.
São notícias fantásticas, e que se engane quem pensa que um filme de MGS será apenas pancada e bailarico! Tanto Equilibrium como Metal Gear Solid apresentam enredos elaborados e interessantes, portanto nada pode falhar.
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